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ILHA DO CORVO
ILHA DAS FLORES
ILHA DO FAIAL
ILHA DO PICO
ILHA DE SÃO JORGE
ILHA GRACIOSA
ILHA TERCEIRA
ILHA SÂO MIGUEL
ILHA SANTA MARIA
ILHA DO CORVO ILHA DAS FLORES ILHA DO FAIAL ILHA DO PICO ILHA DE SÃO JORGE ILHA GRACIOSA ILHA TERCEIRA ILHA SÂO MIGUEL ILHA SANTA MARIA
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Certificação e Proteção dos Produtos Artesanais

Considerando que é fundamental a defesa dos produtos artesanais dos Açores, sobretudo quando a sua divulgação e comercialização extravasam o âmbito regional, impõe-se a certificação de origem e qualidade, contribuindo para a sua valorização cultural e para a sua distinção no mercado.

Com esta argumentação, a Portaria nº 89/1998 de 3 de dezembro cria a marca coletiva de certificação “Artesanato dos Açores” para os produtos tradicionalmente manufaturados na Região, tendo em conta que ao Centro Regional de Apoio ao Artesanato compete garantir a certificação de origem e qualidade dos produtos artesanais, tendo sido os bordados a inaugurar a marca.

Concluída a certificação numa área os resultados obtidos conduzem à expansão da certificação a outros produtos manufaturados que integram o reportório nacional de atividades artesanais, designadamente:

  • Bordados típicos dos Açores;
  • Rendas típicas dos Açores; 
  • Tecelagem tradicional dos Açores; 
  • Miolo de figueira dos Açores; 
  • Registos do Senhor Santo Cristo dos Milagres;
  • Bolos lêvedos;
  • Escama de peixe;
  • Doçaria regional (queijadas de Vila Franca do Campo, bolos D. Amélia, espécies de S. Jorge, queijadas da Graciosa e biscoitos de orelha de Santa Maria);
  • Cerâmica dos Açores;
  • Alfenim;
  • Presépio de lapinha.
  • Cestaria dos Açores
  • Capacharia dos Açores
  • Empalhamento em vime dos Açores
  • Chapelaria dos Açores
  • Confeção de Bonecas dos Açores

Para além do processo técnico inerente ao registo da marca, a certificação dos produtos artesanais nos Açores assenta também na confiança e na responsabilização dos produtores enquanto principais interessados na distinção do seu produto no mercado.

A garantia de qualidade exige rigor técnico, tal como prevê a portaria que regulamenta a certificação do produto, mas também uma fiscalização atenta por parte da Comissão de Acompanhamento Técnico (CAT) e, ainda, o apoio aos produtores na produção, promoção e comercialização do produto certificado, o que está contemplado no sistema de incentivos do CRAA.

É importante salientar que o processo de certificação dos produtos artesanais não se limita a um conjunto de procedimentos formais, jurídicos e burocráticos, há todo um trabalho de pesquisa, de investigação, de acompanhamento, de apoio financeiro e de consenso com os produtores. Quando se entra na área específica da produção artesanal de bens alimentares, as exigências relativas ao rigor técnico, à qualidade e segurança alimentar impõem o alargamento da equipa de trabalho e, neste caso, o envolvimento de outras atividades competentes nessa matéria.

É este trabalho que o CRAA está a desenvolver, relativamente ao scrimshaw (osso de baleia) e massa sovada.

 

Anexos:

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